quarta-feira, 21 de maio de 2008

Cinema

Hello, eu (Inês) e a Rute, fizemos outro site, este sobre cinema, mas desta vez com metade dos antigos elementos do 1º grupo, mas mesmo assim achamos que continua bom, mas cabe-vos a vocês dar a opinião final. Por isso podem comentar :P

http://mundodocinema.no.comunidades.net

Bjs da Rute e da Inês

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Sistemas reprodutores

Sistema Reprodutor Feminino

O Sistema Reprodutor Feminino é formado pela vagina, útero e anexos. A vagina é o órgão feminino responsável pela cópula e prazer, possuindo parede elástica e lubrificada. Em sua porção mais interna o canal vaginal termina no útero, na parte que fica em íntimo contato com a vagina e é conhecida como colo do útero. Este colo uterino possui um pequeno orifício por onde os espermatozóides entram durante o ato sexual, atingindo o endométrio. O ciclo menstrual se inicia geralmente todo mês (a cada 28 dias) e dura de 3 a 8 dias. Aproximadamente no meio do ciclo o endométrio está preparado para receber o espermatozóide e aderir o embrião a sua parede. O útero é uma câmara muscular, muito distensível e vascularizada que apresenta em sua porção superior duas trompas que formam caminhos até os ovários. Os ovários são os órgãos responsáveis pela guarda e maturação dos óvulos, e também pela produção de hormônas responsáveis pela feminilização e preparo para a gravidez.

Constituição do sistema reprodutor feminino
O sistema reprodutor feminino é constituido por quatro gónodas - os óvarios - , pelas vias genitais - as tubas uterinas, o útero e a vagina - e pelo órgão sexual externo - a vulva.
Gónadas
Os ovários são dois orgãos cuja função é produzir os gâmetas femininos - ovócitos II - e os hormônios sexuais - estrogénos e progesterona. Têm forma e o tamanho de uma pequena amêndoa e estão situados no abdómen. Cada óvario está envolvido por uma parede e no seu interior distinguem-se a zona medular, mais interna e profundamente irrigada por muitos vasos sanguíneos, e a zona cortical, mais exterior e com diversos tipos de formações esféricas - os folículos. A partir da puberdade esta região apresenta grandes alterações: os vários folículos entram em diferentes fases de desenvolvimento, o que lhes confere diferentes aspectos, e surgem formações globosas amarelas - corpos amarelos, denominados corpo lúteo.
Vias genitais
São canais por onde os gâmetas se deslocam e que, caso exista fecundação, o ovo ou zigoto percorre até se implantar no útero. As trompas de Falópio têm cerca de 10 cm de comprimento e envolvem o ovário através de uma das extremidades, mais larga e com inúmeras franjas - o pavilhão da trompa.
A outra extremidade abre-se no útero. Este é um órgão musculoso coberto por uma mucosa - o endométrio. O útero comunica através de uma abertura estreita - colo do útero - com a vagina, uma conduta larga que comunica com o exterior.
Orgão sexual externo
A vulva é o orgão que permite: - o acto sexual; - em caso de gravidez, a saída do bebé durante o parto.
Gâmetas femininos
As células sexuais femininas são os ovócitos, que possuem uma forma esférica e são maiores que os espermatozóides, tendo cerca de 0,1 mm de diâmetro. As células dos folículos que os envolvem dão-lhe um aspecto radiado característico quando saem do óvario. Possuem informação das características da mãe, que transmitem para o novo ser.

Menstruação
A Menstruação é o fenómeno fisiológico do período fértil da mulher, que ocorre caso não se dê a fecundação do ovócito II, permitindo a eliminação periódica através da vagina da caduca do endométrio uterino (ou mucosa uterina). Neste processo dá-se o rompimento de alguns vasos sanguíneos o que leva a que ocorra também uma “pequena” hemorragia (fluxo sangüíneo). Portanto e ao contrário do que muitas vezes erradamente se diz, o resultado da menstruação não é a eliminação de sangue pela vagina, mas sim de uma combinação deste com restos do endométrio (que é o que se pretende eliminar para que ocorra a produção de um novo), o que origina o Fluxo Menstrual. Em caso de não existir nenhuma laqueação das trompas (ou qualquer outra obstrução das mesmas) é eliminado também no fluxo menstrual o ovócito II que não foi fecundado.
Em condições normais e não havendo nada que impeça os ciclos femininos, este fenómeno ocorre em média de 28 em 28 dias e tem uma duração de entre 3 a 5 dias.
A Menarca (primeira menstruação) geralmente acontece por volta dos doze anos de idade, mas pode variar entre os oito e dezesseis anos.
Ciclo Menstrual
O ciclo menstrual inicia-se no primeiro dia da menstruação, na sua primeira fase ocorre uma produção exclusiva de estrogênio pelo ovário e, logo após a ovulação, tem início a fase de produção de progesterona, conhecida também como fase lútea. Esta fase do ciclo é fixa e a ovulação ocorre cerca de 14 dias antes do início da próxima menstruação.
O tempo de sobrevida do óvulo dentro das trompas, após a ovulação, não é bem definido, mas parece estar entre 12 e 24 horas. Já os espermatozóides parecem ter uma sobrevida maior, variando de 24 até 96 horas. Por isso os dias férteis começam antes mesmo da ovulação.



Formação do bebé

Todo mês, no início de um ciclo menstrual normal, os ovários são estimulados, havendo crescimento folicular (estruturas funcionais encontradas no interior dos ovários), até que, normalmente, um folículo torna-se dominante em relação aos demais e rompe-se do corpo do ovário, liberando o oócito secundário (também chamado de óvulo). Este processo que é chamado de ovulação, e ocorre, em média, 14 dias antes da menstruação seguinte (considerando mulheres com ciclos regulares de 28 dias).
O óvulo é capturado pelas fímbrias (porção das Trompas de Falópio mais próximas aos ovários) indo para o interior da trompa, onde é transportado em direção ao útero através dos movimentos da trompa e de estruturas ciliares, estes movimentos das trompas são chamados de movimentos peristálticos.
fecundação (fertilização ou concepção) é definida como a fusão ou encontro dos gametas feminino (óvulo) e masculino (espermatozóide), com a constituição de uma nova célula, o ovo ou zigoto, que carrega características da mãe (ovúlo) e do pai (espermatozóide). A composição genética (características que fazem um indivíduo diferente de qualquer outro no mundo) é determinada no momento da fecundação. O período de crescimento e desenvolvimento do ser humano dentro do útero chama-se de gestação.
Quando a fecundação não ocorre, o óvulo (não fecundado), já no interior do útero, degenera e é fagocitado (absorvido).
Durante a relação sexual, no momento da ejaculação masculina, o sêmen que contém cerca de 200 a 600 milhões de espermatozóides é depositado no interior da vagina. Os espermatozóides penetram no útero através do colo uterino, passando pelo canal cervical, atravessando a cavidade uterina, chegando às trompas. Apenas um único espermatozóide penetra no óvulo que foi liberado pelo ovário.

O lugar usual da fecundação é dentro da trompa, na porção chamada de ampola.
O ovo (ou zigoto) divide-se rapidamente produzindo novas células, enquanto passa pela trompa em direção ao útero.
No final da primeira semana, está formada uma pequena massa de células que se adere superficialmente à parede do útero (implantação ou nidação).
O processo de nidação inicia-se no final da primeira semana e se completa ao término da segunda semana após a fecundação. Neste momento, dentro da massa de células (chamada de blastocisto) que está se formando, já se pode diferenciar um grupo de células que constituem o disco embrionário, onde está se formando o embrião. Embrião é uma palavra grega que significa inchar-se.

Nesta fase, já está se formando também a cavidade amniótica (que será a bolsa amniótica ou bolsa das águas) e a vesícula vitelina, responsável pela alimentação do embrião até que a placenta esteja pronta para assumir essa função.
A terceira semana após a fecundação é um período de rápido desenvolvimento, e coincide com a época em que a paciente nota o atraso menstrual (primeira semana de amenorréia – falta da menstruação). A parada do sangramento menstrual é o primeiro sinal da gestação, embora possam ocorrer neste período pequenos sangramentos decorrentes do processo de nidação (implantação). Durante a terceira semana há o desenvolvimento das estruturas que irão originar a placenta, e no final desta semana se forma o coração primitivo do embrião. No início da quarta semana todos os arranjos necessários para as trocas entrem a mãe e o feto já estão em andamento (a placenta será considerada definitivamente formada a partir do começo do 5º mês).
Entre a 4ª e a 8ª semanas após a concepção, são formados os principais órgãos e sistemas do embrião, e à medida que essas estruturas se desenvolvem elas afetam a imagem do embrião, que vai adquirindo figura humana.
A fase embrionária do desenvolvimento tem a duração aproximada da primeira semana após a fecundação até a oitava semana . A fase embrionária é uma fase crítica para o bebê, já que a maior parte dos sistemas internos e externos, órgãos e partes do corpo estão se formando. TUDO o que a mãe ingere passa para o bebê através da placenta. Álcool, drogas e tabaco são extremamente prejudiciais para o desenvolvimento do bebê.
Em torno da 8ª semana de vida do embrião, este passa a ser chamado de feto, que em latim significa "tenro". Tendo uma forma humana que pode ser reconhecida. Inicia-se, então, o período fetal.
Da 8ª a 12ª semana após a fecundação há uma diminuição relativa do crescimento da cabeça em relação ao corpo. A genitália externa ainda aparece pouco clara (indeterminada) até o final da 9ª semana e sua forma madura só se estabelece na 12ª semana após o dia da fecundação
O feto com 12 semanas é muito ativo, porém ainda muito pequeno para que a mãe sinta seus movimentos.
Entre 13 e 16 semanas o crescimento é muito rápido, especialmente do corpo.
Entre 16 e 20 semanas do desenvolvimento fetal a mãe começa a sentir os movimentos do seu bebê.
A partir de 21 semanas inicia-se a fase de crescimento e fortalecimento fetal.
Em torno de 22 semanas de vida fetal, embora todos os órgãos fetais estejam formados, o bebê é incapaz de sobrevivência extra-uterina, principalmente devido à imaturidade do sistema respiratório.
O tecido adiposo se desenvolve rapidamente nas 6 a 8 últimas semanas de gestação, fase em que o peso fetal e a barriga materna crescem mais notadamente.
As gestações são consideradas “a termo” quando o seu bebê já está pronto para o nascimento. As gestações a termo são aquelas compreendidas entre 37 semanas completas, contadas a partir da data da última menstruação da gestante, a menos de 42 semanas completas (259 a 293 dias completos) (OMS, FIGO, 1976).















SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO
O sistema reprodutor masculino é formado por:
· Testículos ou gôndolas
· Vias espermáticas: epidídimo, canal deferente, uretra.
· Pênis
· Escroto
· Glândulas anexas: próstata, vesículas seminais, glândulas bulbouretrais.


Testículos: são as gônadas masculinas. Cada testículo é composto por um emaranhado de tubos, os ductos seminíferos Esses ductos são formados pelas células de Sértoli (ou de sustento) e pelo epitélio germinativo, onde ocorrerá a formação dos espermatozóides. Em meio aos ductos seminíferos, as células intersticiais ou de Leydig (nomenclatura antiga) produzem os hormônios sexuais masculinos, sobretudo a testosterona, responsáveis pelo desenvolvimento dos órgãos genitais masculinos e dos caracteres sexuais secundários:
Estimulam os folículos pilosos para que façam crescer a barba masculina e o pêlo pubiano.
Estimulam o crescimento das glândulas sebáceas e a elaboração do sebo.
Produzem o aumento de massa muscular nas crianças durante a puberdade, pelo aumento do tamanho das fibras musculares.
Ampliam a laringe e tornam mais grave a voz.
Fazem com que o desenvolvimento da massa óssea seja maior, protegendo contra a osteoporose.
Epidídimos: são dois tubos enovelados que partem dos testículos, onde os espermatozóides são armazenados.
Canais deferentes: são dois tubos que partem dos testículos, circundam a bexiga urinária e unem-se ao ducto ejaculatório, onde desembocam as vesículas seminais.
Vesículas seminais: responsáveis pela produção de um líquido, que será liberado no ducto ejaculatório que, juntamente com o líquido prostático e espermatozóides, entrarão na composição do sêmen. O líquido das vesículas seminais age como fonte de energia para os espermatozóides e é constituído principalmente por frutose, apesar de conter fosfatos, nitrogênio não protéico, cloretos, colina (álcool de cadeia aberta considerado como integrante do complexo vitamínico B) e prostaglandinas (hormônios produzidos em numerosos tecidos do corpo. Algumas prostaglandinas atuam na contração da musculatura lisa do útero na dismenorréia – cólica menstrual, e no orgasmo; outras atuam promovendo vasodilatação em artérias do cérebro, o que talvez justifique as cefaléias – dores de cabeça – da enxaqueca. São formados a partir de ácidos graxos insaturados e podem ter a sua síntese interrompida por analgésicos e antiinflamatórios).
Próstata: glândula localizada abaixo da bexiga urinária. Secreta substâncias alcalinas que neutralizam a acidez da urina e ativa os espermatozóides.
Glândulas Bulbo Uretrais ou de Cowper: sua secreção transparente é lançada dentro da uretra para limpá-la e preparar a passagem dos espermatozóides. Também tem função na lubrificação do pênis durante o ato sexual.
Pênis: é considerado o principal órgão do aparelho sexual masculino, sendo formado por dois tipos de tecidos cilíndricos: dois corpos cavernosos e um corpo esponjoso (envolve e protege a uretra). Na extremidade do pênis encontra-se a glande - cabeça do pênis, onde podemos visualizar a abertura da uretra. Com a manipulação da pele que a envolve - o prepúcio - acompanhado de estímulo erótico, ocorre a inundação dos corpos cavernosos e esponjoso, com sangue, tornando-se rijo, com considerável aumento do tamanho (ereção). O prepúcio deve ser puxado e higienizado a fim de se retirar dele o esmegma (uma secreção sebácea espessa e esbranquiçada, com forte odor, que consiste principalmente em células epiteliais descamadas que se acumulam debaixo do prepúcio). Quando a glande não consegue ser exposta devido ao estreitamento do prepúcio, diz-se que a pessoa tem fibrose.


.
A uretra é comumente um canal destinado para a urina, mas os músculos na entrada da bexiga se contraem durante a ereção para que nenhuma urina entre no sêmen e nenhum sêmen entre na bexiga. Todos os espermatozóides não ejaculados são reabsorvidos pelo corpo dentro de algum tempo.
Saco Escrotal ou Bolsa Escrotal ou Escroto: Um espermatozóide leva cerca de 70 dias para ser produzido. Eles não podem se desenvolver adequadamente na temperatura normal do corpo (36,5°C). Assim, os testículos se localizam na parte externa do corpo, dentro da bolsa escrotal, que tem a função de termorregulação (aproximam ou afastam os testículos do corpo), mantendo-os a uma temperatura geralmente em torno de 1 a 3 °C abaixo da corporal.




Os testículos, também chamados de gôndolas, são glândulas sexuais masculinas. Eles estão localizados atrás do punias em uma bolsa de pele chamada bolsa escrotal. Os testículos produzem espermatozóides e testosterona. Essas glândulas são localizadas fora do corpo por que para que os espermatozóides se desenvolvam, há necessidade que os testículos mantenham uma temperatura alguns graus abaixo da temperatura normal do corpo.
As células germinativas dentro dos túbulos seminíferos (células de Sertoli) produzem espermatozóides. Os espermatozóides atingem o epidídimo quando estão maduros. Eles são estocados lá por algumas semanas até que eventualmente movam-se para o ducto deferente para serem combinados com as secreções da próstata e vesículas seminais formando assim o sêmen ou esperma. O processo todo demora aproximadamente 7 semanas.
As células de Leydig distribuídas ao longo do testículo são a fonte principal de produção de testosterona do corpo. Testosterona, o hormônio sexual masculino, é essencial para o desenvolvimento dos órgãos reprodutivos e caracteres sexuais secundários como: pelos no corpo e face, voz grossa, musculatura mais desenvolvida. Sem a quantidade necessária de testosterona, o homem perde o vigor sexual, pode apresentar fraqueza, depressão, fogachos e osteoporose.
Quando falamos sobre câncer testicular, estamos normalmente falando sobre câncer das células germinativas. É possível ter tumores das células de Leydig ou das células de Sertoli, mas esses tumores são incomuns e usualmente não malignos. Também, já que o câncer testicular é associado com as células germinativas, nódulos ou massas na bolsa escrotal ou no epidídimo, mas não no testículo, não podem ser câncer do testículo!

Abuso sexual infantil


ABUSO SEXUAL INFANTIL
Seja qual for o número de abusos sexuais em crianças que se vê nas estatísticas, seja quantos milhares forem, devemos ter em mente que, de fato, esse número pode ser bem maior. A maioria desses casos não é reportada, tendo em vista que as crianças têm medo de dizer a alguém o que se passou com elas. E o dano emocional e psicológico, em longo prazo, decorrente dessas experiências pode ser devastador.
O abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.
Em tese, define-se Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.
Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno.


A Criança Abusada
. Devido ao fato da criança muito nova não ser preparada psicologicamente para o estímulo sexual, e mesmo que não possa saber da conotação ética e moral da actividade sexual, quase invariavelmente acaba desenvolvendo problemas emocionais depois da violência sexual, exactamente por não ter habilidade diante desse tipo de estimulação.
A criança de cinco anos ou pouco mais, mesmo conhecendo e apreciando a pessoa que o abusa, se sente profundamente conflituante entre a lealdade para com essa pessoa e a percepção de que essas actividades sexuais estão sendo terrivelmente más. Para aumentar ainda mais esse conflito, pode experimentar profunda sensação de solidão e abandono.
Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou, pior ainda, pode temer que a família se desintegre ao descobrir seu segredo.
A criança que é vítima de abuso sexual prolongado, usualmente desenvolve uma perda violenta da auto-estima, tem a sensação de que não vale nada e adquire uma representação anormal da sexualidade. A criança pode tornar-se muito retraída, perder a confiança em todos adultos e pode até chegar a considerar o suicídio, principalmente quando existe a possibilidade da pessoa que abusa ameaçar de violência se a criança negar-se aos seus desejos.
Algumas crianças abusadas sexualmente podem ter dificuldades para estabelecer relações harmónicas com outras pessoas, podem se transformar em adultos que também abusam de outras crianças, podem se inclinar para a prostituição ou podem ter outros problemas sérios quando adultos comumente as crianças abusadas estão aterrorizadas, confusas e muito temerosas de contar sobre o incidente. Com frequência elas permanecem silenciosas por não desejarem prejudicar o abusador ou provocar uma desagregação familiar ou por receio de serem consideradas culpadas ou castigadas. Crianças maiores podem sentir-se envergonhadas com o incidente, principalmente se o abusador é alguém da família.
Mudanças bruscas no comportamento, apetite ou no sono pode ser um indício de que alguma coisa está acontecendo, principalmente se a criança se mostrar curiosamente isolada, muito perturbada quando deixada só ou quando o abusador estiver perto.


O comportamento das crianças abusadas sexualmente pode incluir:
1.Interesse excessivo ou evitação de natureza sexual;
2.Problemas com o sono ou pesadelos;
3.Depressão ou isolamento de seus amigos e da família;
4.Achar que têm o corpo sujo ou contaminado;
5.Ter medo de que haja algo de mal com seus genitais;
6.Negar-se a ir à escola,
7.Rebeldia e Delinquência;
8.Agressividade excessiva;
9.Comportamento suicida;
10. Terror e medo de algumas pessoas ou alguns lugares;
11. Retirar-se ou não querer participar de exportes;
12. Respostas ilógicas (para-respostas) quando perguntamos sobre alguma ferida em seus genitais;
13. Temor irracional diante do exame físico;
14. Mudanças súbitas de conduta.
Algumas vezes, entretanto, crianças ou adolescentes portadores de Transtorno de Conduta severo fantasiam e criam falsas informações em relação ao abuso sexual.


Quem é o Agressor Sexual
Mais comumente quem abusa sexualmente de crianças são pessoas que a criança conhece e que, de alguma forma, podem controla-la. De cada 10 casos registrados, em 8 o abusador é conhecido da vítima. Esta pessoa, em geral, é alguma figura de quem a criança gosta e em quem confia. Por isso, quase sempre acaba convencendo a criança a participar desses tipos de actos por meio de persuasão, recompensas ou ameaças.
Mas, quando o perigo não está dentro de casa, nem na casa do amiguinho, ele pode rondar a creche, o transporte escolar, as aulas de natação do clube, o consultório do pediatra de confiança e, quase impossível acreditar, pode estar nas aulas de catecismos da paróquia. Portanto, o mais sensato será acreditar que não há lugar absolutamente seguro contra o abuso sexual infantil.
Segundo a Dra. Miriam Tetelbom, o incesto pode ocorrer em até 10% das famílias. Os adultos conhecidos e familiares próximos, como por exemplo o pai, padrasto ou irmão mais velho são os agressores sexuais mais frequentes e mais desafiadores. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes.
Esses casos começam lentamente através de sedução subtil, passando a prática de "carinhos" que raramente deixam lesões físicas. É nesse ponto que a criança se pergunta como alguém em quem ela confia, de quem ela gosta, que cuida e se preocupa com ela, pode ter atitudes tão desagradáveis.


A Família da Criança Abusada Sexualmente
A primeira reacção da família diante da notícia de abuso sexual pode ser de incredulidade. Como pode ser comum crianças inventarem histórias, de fato elas podem informar relações sexuais imaginárias com adultos, mas isso não é a regra. De modo geral, mesmo que o suposto abusador seja alguém em quem se vinha confiando, em tese a denúncia da criança deve ser considerada.
Em geral, aqueles que abusam sexualmente de crianças podem fazer com que suas vítimas fiquem extremamente amedrontadas de revelar suas acções, incutindo nelas uma série de pensamentos torturantes, tais como a culpa, o medo de ser recriminada, de ser punida, etc. Por isso, se a criança diz ter sido molestada sexualmente, os pais devem fazê-la sentir que o que passou não foi sua culpa, devem buscar ajuda médica e levar a criança para um exame com o psiquiatra.
Os psiquiatras da infância e adolescência podem ajudar crianças abusadas a recuperar sua auto-estima, a lidar melhor com seus eventuais sentimentos de culpa sobre o abuso e a começar o processo de superação do trauma. O abuso sexual em crianças é um fato real em nossa sociedade e é mais comum do que muita gente pensa. Alguns trabalhos afirmam que pelo menos uma a cada cinco mulheres adultas e um a cada 10 homens adultos se lembra de abusos sexuais durante a infância.


O tratamento adequado pode reduzir o risco da criança desenvolver sérios problemas no futuro, mas a prevenção ainda continua sendo a melhor atitude. Algumas medidas preventivas que os pais podem tomar, fazendo com que essas regras de conduta soem tão naturais quanto as orientações para atravessar uma rua, afastar-se de animais ferozes, evitar acidentes, etc. Se considerar que a criança ainda não tem idade para compreender com adequação a questão sexual, simplesmente explique que algumas pessoas podem tentar tocar as partes íntimas (apelidadas carinhosamente de acordo com cada família), de forma que se sintam incomodadas.
1.Dizer às crianças que "se alguém tentar tocar-lhes o corpo e fazer coisas que a façam sentir desconfortável, afaste-se da pessoa e conte em seguida o que aconteceu."
2.Ensinar às crianças que o respeito aos maiores não quer dizer que têm que obedecer cegamente aos adultos e às figuras de autoridade. Por exemplo, dizer que não têm que fazer tudo o que os professores, médicos ou outros cuidadores mandarem fazer, enfatizando a rejeição daquilo que não as façam sentir-se bem.
3.Ensinar a criança a não aceitar dinheiro ou favores de estranhos.
4.Advertir as crianças para nunca aceitarem convites de quem não conhecem.
5.A atenta supervisão da criança é a melhor proteção contra o abuso sexual pois, muito possivelmente, ela não separa as situações de perigo à sua segurança sexual.


6.Na grande maioria dos casos os agressores são pessoas conhecem bem a criança e a família, podem ser pessoas às quais as crianças foram confiadas.
7.Embora seja difícil proteger as crianças do abuso sexual de membros da família ou amigos íntimos, a vigilância das muitas situações potencialmente perigosas é uma atitude fundamental.
8.Estar sempre ciente de onde está a criança e o que está fazendo.
9.Pedir a outros adultos responsáveis que ajudem a vigiar as crianças quando os pais não puderem cuidar disso intensivamente.
10.Se não for possível uma supervisão intensiva de adultos, pedir às crianças que fiquem o maior tempo possível junto de outras crianças, explicando as vantagens do companheirismo.
11.Conhecer os amigos das crianças, especialmente aqueles que são mais velhos que a criança.
12.Ensinar a criança a zelar de sua própria segurança.
13.Orientar sempre as crianças sobre opções do que fazer caso percebam más intenções de pessoas pouco conhecidas ou mesmo íntimas.
14.Orientar sempre as crianças para buscarem ajuda com outro adulto quando se sentirem incomodadas.
15.Explicar as opções de chamar atenção sem se envergonhar, gritar e correr em situações de perigo.
16.Orientar as crianças que elas não devem estar sempre de acordo com iniciativas para manter contacto físico estreito e desconfortável, mesmo que sejam por parte de parentes próximos e amigos.
17.Valorizar positivamente as partes íntimas do corpo da criança, de forma que o contacto nessas partes chame sua atenção para o fato de algo incomum e estranho estar acontecendo.


ABUSO SEXUAL INTRAFAMILIAR
AGRESSOR
No.
%
PAI
77
52
PADRASTO
47
32
TIO
10
8
MÃE
4
4
AVÔ
3
2
PRIMO
2
1
CUNHADO
2
1
TOTAL
145
100


Que fazer
Uma falsa crença é esperar que a criança abusada avise sempre sobre o que está acontecendo. Entretanto, na grande maioria das vezes, as vítimas de abuso são convencidas pelo abusador de que não devem dizer nada a ninguém. A primeira intenção da criança é, de fato, avisar a alguém sobre seu drama mas, em geral, nem sempre ela consegue fazer isso com facilidade, apresentando um discurso confuso e incompleto. Por isso os pais precisam estar conscientes de que as mudanças na conduta, no humor e nas atitudes da criança podem indicar que ela é vítima de abuso sexual.
Muitos pais se sentem totalmente despreparados e pegos de surpresa quando sua criança é abusada, mas sempre devemos ter em mente que as reações emocionais da família serão muito importante na recuperação da criança.
Quando uma criança confia a um adulto que sofreu abuso sexual, o adulto pode sentir-se muito incomodado e não saber o que dizer ou fazer. Vejamos algumas sugestões (American Academy of Child and Adolescent Psychiatry):
1.Incentivar a criança a falar livremente o que se passou, sem externar comentários de juízo.
2.Demonstrar que estamos compreendendo a angústia da criança e levando muito a sério o que esta dizendo. As crianças e adolescentes que encontram quem os escuta com atenção e compreensão, reagem melhor do que aquelas que não encontram esse tipo de apoio.


3.Assegurar à criança que fez muito bem em contar o ocorrido pois, se ela tiver uma relação muito próxima com quem a abusa, normalmente se sentirá culpada por revelar o segredo ou com muito medo de que sua família a castigue por divulgar o fato.
4.Dizer enfaticamente à criança que ela não tem culpa pelo abuso sexual. A maioria das crianças vítimas de abuso pensa que elas foram a causa do ocorrido ou podem imaginar que isso é um castigo por alguma coisa má que tenham feito.
Finalmente, oferecer protecção à criança, e prometer que fará de imediato tudo o que for necessário para que o abuso termine.
No momento em que esse incidente vem à tona, devemos considerar que o bem estar da criança é a prioridade. Se os familiares estão emocionalmente muito perturbados nesse momento, o assunto deve ser interrompido para que as emoções e idéias possam ser mais bem organizadas. Depois disso, deve-se voltar a tratar do assunto com a criança, explicando sempre que as emoções negativas são dirigidas ao agressor e nunca contra a criança.
Não devemos apressar insensivelmente a criança para relatar tudo de uma só vez, principalmente se ela estiver muito emocionada. Mas, por outro lado, devemos encorajá-la a falar com liberdade tudo o que tenha acontecido, escutando-a carinhosamente para que se sinta confiante. Responda a qualquer pergunta que a esteja angustiando e esclareça qualquer mal entendido, enfatizando sempre que é o abusador e não a criança o responsável por tudo.


Se o abusador é um familiar a situação é bastante difícil para a criança e para demais membros da família. Embora possam existir fortes conflitos e sentimentos sobre o abusador, a protecção da criança deve continuar sendo a prioridade. Abaixo, algumas condutas que devem ser pensadas nos casos de violência sexual contra crianças.
1. Informe as autoridades qualquer suspeita séria de abuso sexual.
2.Consultar imediatamente um pediatra ou médico de família para atestar a veracidade da agressão (quando houver sido concretizada). O exame médico pode avaliar as condições físicas e emocionais da criança e indicar um tratamento adequado.
3.A criança abusada sexualmente deve submeter-se a uma avaliação psiquiátrica por ou outro profissional de saúde mental qualificado, para determinar os efeitos emocionais da agressão sexual, bem como avaliar a necessidade de ajuda profissional para superar o trauma do abuso.
4. Ainda que a maior parte das acusações de abuso sejam verdadeiras, pode haver falsas acusações em casos de disputas sobre a custódia infantil ou em outras situações familiares complicadas.
5. Quando a criança tem que testemunhar sobre a identidade de seu agressor, deve-se preferir métodos indirectos e especiais sempre que possível, tais como o uso de vídeo, afastamento de espectadores dispensáveis ou qualquer outra opção de não ter que encarar o acusado.
6.Quando a criança faz uma confidência a alguém sobre abuso sexual, é importante dar-lhe apoio e carinho; este é o primeiro passo para ajudar no restabelecimento de sua autoconfiança, na confiança nos outros adultos e na melhoria de sua auto-estima.
7.Normalmente, devido ao grande incomodo emocional que os pais experimentam quando ficam sabendo do abuso sexual em seus filhos, estes podem pensar, erroneamente, que a raiva é contra eles. Por isso, deve ficar muito claro que a raiva manifestada não é contra a criança abusada.


Sequelas
Felizmente, os danos físicos permanentes como conseqüência do abuso sexual são muito raros. A recuperação emocional dependerá, em grande parte, da resposta familiar ao incidente (Embarazada.Com). As reacções das crianças ao abuso sexual diferem com a idade e com a personalidade de cada uma, bem como com a natureza da agressão sofrida. Um fato curioso é que, algumas (raras) vezes, as crianças não são tão perturbadas por situações que parecem muito sérias para seus pais.
O período de readaptação depois do abuso pode ser difícil para os pais e para a criança. Muitos jovens abusados continuam atemorizados e perturbados por várias semanas, podendo ter dificuldades para comer e dormir, sentindo ansiedade e evitando voltar à escola.
As principais sequelas do abuso sexual são de ordem psíquica, sendo um relevante factor na história da vida emocional de homens e mulheres com problemas conjugais, psicossociais e transtornos psiquiátricos.
Antecedentes de abuso sexual na infância estão fortemente relacionados a comportamento sexual inapropriado para idade e nível de desenvolvimento, quando comparado com a média das crianças e adolescentes da mesma faixa etária e do mesmo meio sócio-cultural sem história de abuso.
Em nível de traços no desenvolvimento da personalidade, o abuso sexual infantil pode estar relacionado a futuros sentimentos de traição, desconfiança, hostilidade e dificuldades nos relacionamentos, sensação de vergonha, culpa e auto-desvalorização, à baixa auto estima à distorção da imagem corporal, Transtorno Borderline de Personalidade e Transtorno de Conduta.


Em nível de traços no desenvolvimento da personalidade, o abuso sexual infantil pode estar relacionado a futuros sentimentos de traição, desconfiança, hostilidade e dificuldades nos relacionamentos, sensação de vergonha, culpa e auto-desvalorização, à baixa auto estima à distorção da imagem corporal, Transtorno Borderline de Personalidade e Transtorno de Conduta.



Noções gerais de sexualidade

Órgão sexual feminino



O sistema reprodutor feminino possui a forma de uma pera, sendo o órgão genital formado pelo Ovário, as tubas uterinas, o útero, a vagina e os órgãos genitais externos que é formado pelos lábios maior e menor. Os ovários são duas estruturas, uma de cada lado do corpo, situadas dentro da cavidade pélvica. São responsáveis pela produção dos óvulos, após a puberdade. Parte deles produzem os hormônios sexuais femininos, o estremenho e a progesterona, responsáveis pelas características sexuais secundárias da mulher (desenvolvimento dos seios, deposição de gordura sobre as coxas e as nádegas, menstruação, etc.) e pela gestação, respectivamente.
As tubas uterinas , também em número de duas, localizam-se na cavidade pélvica e se ligam ao útero, sendo a via pela qual o óvulo (liberado mensalmente) atinge o útero. Nesse trajecto, pode haver a fecundação e o início de uma nova vida, através da gestação.
O útero é o órgão no qual o óvulo fertilizado se fixa e se desenvolve até o nascimento do bebê. Mede cerca de 8 cm de comprimento, 4 cm de largura na sua parte superior e tem espessura de 2 cm. Durante a gravidez, esse tamanho é aumentado em diversas vezes.
A vagina é o órgão feminino da cópula. É a extremidade inferior do “canal do parto”. Serve também como ducto excretor da menstruação.



Órgão sexual masculino

Os órgãos genitais masculinos compreendem os testículos e os epidídimos (situados no escroto), os ductos deferentes, as vesículas seminais, os ductos ejaculatórios, a próstata, as glândulas bulbouretrais e o pénis. Todos esses órgãos são pares, com exceção da próstata, do escroto e do pénis, que são únicos.
Os testículos são órgãos pares e ovóides. Após a puberdade produzem os espermatozóides e secretam hormônios, que é responsável pelas características sexuais masculinas secundárias (pêlos, voz grave, massa muscular, ejaculação, etc.).
O epidídimo é uma estrutura em forma de C, a qual se prende ao testículo. Sua função é armazenar os espermatozóides.
O ducto deferente é um canal que leva os espermatozóides do epidídimo até o ducto ejaculatório.
As vesículas seminais são duas bolsas em forma de saco que produzem parte do líquido seminal. Têm aproximadamente 5 cm de comprimento.
O ducto ejaculatório é o canal por onde passa o esperma, que contém os espermatozóides e os líquidos das vesículas seminais e da próstata.
A próstata é composta por músculo liso, tecido fibroso e contém glândulas. Sua secreção é responsável pelo odor característico do sémen. Localiza-se atrás da bexiga. Seu tamanho é variável, medindo transversalmente 4 cm, verticalmente 3 cm e tem 2 cm de profundidade.
As glândulas bulbouretrais são duas estruturas de forma arredondada que se encontram na uretra. Secretam uma substância semelhante ao muco, cuja função é limpar o canal da uretra por onde passa também a urina - cujo pH é básico - e neutralizar o pH do canal graças a sua composição ácida (ácido siálico), além de lubrificar o caminho dos SPTZs.


Hormonas




Hormona ou hormônio é uma substância química específica segregada pelo sistema endócrino, que é produzida num órgão ou em determinadas células do mesmo e é libertada e transportada directamente pelo sangue ou por outros fluidos corporais. A sua função é exercer uma acção reguladora (indutora ou inibidora) em outros órgãos ou regiões do corpo. Em geral trabalham devagar e agem por muito tempo, regulando o crescimento, o desenvolvimento, a reprodução e as funções de muitos tecidos, bem como os processos metabólicos do organismo.
Nas mulheres, por volta dos 40 anos de idade, há uma queda brusca na produção de hormonas, que é chamada de menopausa; nos homens, essa queda é chamada de andropausa.
Algumas das hormonas mais conhecidas são as que regulam as funções sexuais dos mamíferos (a testosterona e o estrogênio) e hormonas que regulam o nível de glicose no sangue (como a insulina).


O que são hormonas?
As hormonas são substâncias químicas que o teu corpo produz naturalmente. As hormonas provocam as alterações que sofres no interior e exterior do teu corpo durante a puberdade. Ajudam a controlar o teu crescimento, desenvolvimento no teu sistema reprodutor.

Menstruação



Menstruação é o fenómeno fisiológico do período fértil da mulher, que ocorre caso não se dê a fecundação do ovócito II, permitindo a eliminação periódica através da vagina da caduca do endométrio uterino (ou mucosa uterina). Neste processo dá-se o rompimento de alguns vasos sanguíneos o que leva a que ocorra também uma “pequena” hemorragia (fluxo sanguíneo). Portanto e ao contrário do que muitas vezes erradamente se diz, o resultado da menstruação não é a eliminação de sangue pela vagina, mas sim de uma combinação deste com restos do endométrio (que é o que se pretende eliminar para que ocorra a produção de um novo), o que origina o Fluxo Menstrual. Em caso de não existir nenhuma laqueação das trompas (ou qualquer outra obstrução das mesmas) é eliminado também no fluxo menstrual o ovócito II que não foi fecundado.
Em condições normais e não havendo nada que impeça os ciclos femininos, este fenómeno ocorre em média de 28 em 28 dias e tem uma duração de entre 3 a 5 dias.
A Manarca (primeira menstruação) geralmente acontece por volta dos doze anos de idade, mas pode variar entre os oito e dezasseis anos.






































Menstruação








O que é a menstruação ?







Após a primeira menstruação, ou menarca, que surgirá no início da adolescência a partir daqui aparecer-te-á todos os meses o chamado ciclo menstrual, é o fluxo de sangue e células que se formam quando o corpo da mulher se prepara para receber uma gravidez. Todos os meses, após a menarca, os ovários da mulher libertam um óvulo. Este óvulo vai iniciar um percurso descendente e só pode ter dois destinos: ou é fecundado, ou vai amadurecer e é expulso. Se é fecundado, o óvulo passa a ovo e vai alojar-se na parede uterina, que entretanto se tinha preparado para receber esse novo ovo: ocorre então a nidação.Se a fecundação não aconteceu, então este óvulo vai continuar o seu percurso descendente, amadurece e é expulso juntamente com a descamação da parede do endométrio, após o que novo ciclo ovárico terá lugar . É a isto que vulgarmente se chama, “estar com o período”, ou estar menstruada.



Tensão pré-menstrual






A tensão pré-menstrual (conhecida pela sigla TPM) é uma síndrome que atinge as mulheres e que ocorre, em maior ou menor grau, nos dias que antecedem à menstruação. Ela se caracteriza por uma irritabilidade e ansiedade mais acentuadas, bem como manifestações físicas, como por exemplo dor nas mamas, distensão abdominal e cefaleia.


Ciclo Menstrual









O ciclo menstrual inicia-se no primeiro dia da menstruação, na sua primeira fase ocorre uma produção exclusiva de estrogênio pelo ovário e, logo após a ovulação, tem início a fase de produção de progesterona, conhecida também como fase lútea. Esta fase do ciclo é fixa e a ovulação ocorre cerca de 14 dias antes do início da próxima menstruação.


Quanto tempo dura um ciclo menstrual?




Habitualmente um ciclo dura entre 28 a 32 dias, ou seja, é aquilo a que chamamos um ciclo menstrual. Mas podem existir ciclos ligeiramente menores ou maiores. Um ciclo começa no primeiro dia do aparecimento da menstruação e termina quando se inicia novo ciclo, ou seja, o 1º dia de menstruação seguinte. Estes dias podem variar de mulher para mulher, assim como podem também variar na mesma mulher de ciclo para ciclo. É assim que a mulher pode considerar se os seus ciclos são regulares ou irregulares. O período menstrual dura normalmente entre 3 a 7 dias.



Ciclo Ovárico




Até à puberdade existem no ovário estruturas constituídas pelo Ovócito I imaturo envolvido por células foliculares a que se dá o nome de folículos primordiais. Alguns destes folículos e de uma forma cíclica a partir da puberdade até à menopausa vão reiniciar o seu desenvolvimento.



O que se deve utilizar na menstruação ?











Durante a menstruação o corpo elimina na maioria sangue e partículas endométricas ,então deve-se utilizar pensos higiénicos ou tampões.







Dores Menstruais











As dores menstruais podem não ter nenhuma causa aparente, sendo de longe as mais frequentes, designando-se dismenorreia primária, ou mais raramente, podem ser causadas por doenças ginecológicas, designando-se então dismenorreia secundária.
Algumas mulheres têm cãibras parecidas com cólicas no inicio do período menstrual. As dores podem ser acompanhadas por náuseas e vómitos.
Dores persistentes e continuas localizadas na parte inferior das costas e/ou na zona da virilha são muito comuns durante os dias que precedem o inicio do período menstrual.
Em ambos os casos, só deverão ser dados analgésicos fracos.






Menorragia











Menorragia é um período menstrual anormalmente carregado e prolongado em intervalos regulares. As causas podem ser devido a coagulação sanguínea anormal, interrupção da regulação das hormonas ou distúrbios do revestimento endometrial do útero. Dependendo da causa, pode ser associado com menstruações dolorosas (dismenorréia).






Amenorreia










Amenorreia significa ausência de menstruação.
Pode ser classificada em primária ou secundária. A Amenorreia primária é aquela que ocorre de forma esporádica, enquanto que a amenorreia secundária é a ausência de menstruação por um período maior do que 3 meses em mulheres que anteriormente já apresentaram ciclos menstruais normais.
As amenorreias, tanto primária quanto secundária, necessitam avaliação médica. O médico saberá o momento em que deve ser iniciada essa investigação.
Em pacientes que já apresentaram menstruações, muitas vezes não é necessário aguardar 3 meses para que se realize a investigação e o tratamento da amenorreia. A maioria das mulheres procura o seu médico quando a menstruação atrasa alguns poucos dias. A investigação do atraso menstrual e da amenorreia secundária é semelhante.
Em mulheres com vida sexual activa e em idade reprodutiva a causa mais comum de amenorreia (e de atraso menstrual) é a gravidez.
Podem acontecer devido a várias causas, como por exemplo a utilização de fármacos, gravidez, stress, tumores no sistema nervoso central. Também há a informação de que mulheres atletas tendem a ter amenorreia numa frequência maior do que mulheres que não praticam desportos.

























quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Sexualidade: As suas precauções

Sexualidade

Hoje em dia, o tema sexualidade é bastante falado nas escolas e por isso os jovens são muito mais informados sobre este tema, mas nem assim se deixam de meter em "aventuras", ou seja, têm relações sexuais sem usar protecção. Estas atitudes podem ter consequências muito graves tais como a transmissão das DST, tanto para o homem como para a mulher, mas a mulher pode engravidar, e se há maneira de impedir (métodos contraceptivos) estas consequências não percebo o motivo de estarem sempre a acontecer estas irresponsabilidades. Talvez estas pessoas sejam mesmo irresponsáveis. Por isso é que se deve começar a "vida sexual" mais tarde, mas essencialmente quando estiverem preparados, será o momento certo, mas nunca se esqueçam de usar sempre as devidas precauções.
A sexualidade é um tema que é tratado nas escolas portuguesas a pedido do ministério da educação, muitos jovens hoje em dia tomam decisões precipitadas em relação à "primeira vez".A "primeira vez" quer para a mulher, quer para o homem, tem de ser com uma pessoa em quem confiamos e que conhecemos, é um passo que é muito importante para o nosso futuro. Deve acontecer na altura em que estiverem preparados.Não devem ter relações sexuais com pessoas desconhecidas, porque podem trazer consequências muito graves: em relação à mulher se não usar nenhum método contraceptivo pode ficar grávida ou contrair Doenças Sexualmente Transmissíveis, também o homem pode contrair as DST.


As suas precauções





Programa para evitar gravidez precoce previne doenças

O anticoncepcional sub dérmico (colocado sob a pele) evita a gravidez por três anos a partir do 14º dia após a colocação, tendo a vantagem de não depender de esquecimentos da jovem, como ocorre em relação à pílula. É método moderno com os mesmos efeitos colaterais da pílula, mas com menor incidência e reversível a qualquer momento, se houver intenção consciente de engravidar. Tem a aprovação da Organização Mundial de Saúde e da Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos.
A adesão ao programa é espontânea, e os critérios são a idade entre 15 e 18 anos, não se adaptar a outro método anticoncepcional, a vulnerabilidade social e ter vida sexual activa. A iniciativa integra uma parceria entre Prefeitura, pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), e a ONG Instituto Mulher Consciente (IMC) construída pelo Gabinete da Primeira-dama do Município. O programa já foi adoptado como programa de saúde pública em Londres (400 kits em 2001) e em Cuiabá e Camaquã (200 em cada uma). Porto Alegre é pioneira em escala entre países emergentes e do Terceiro Mundo.


Prevenção de DST

O programa abrange adolescentes carentes atendidas na rede de postos da SMS e por projectos da Fasc. Faz parte dele a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e Aids. As beneficiárias serão acompanhadas nos seus postos de saúde, em consultas, exames periódicos e orientadas em relação a como evitar as DST/Aids.
A indicação das beneficiárias é feita pela Fasc e por unidades de saúde distribuídas nas áreas de cada uma das oito gerências distritais da SMS. A escolha das unidades básicas foi baseada na incidência de maior índice de gravidez na adolescência e ser área de vulnerabilidade social.
Os primeiros 2,5 mil kits de contraceptivos sub dérmicos de progestágeno foram doados pelo IMC. A SMS lembra que a prevenção de DST/Aids é sempre necessária, independentemente do método contraceptivo adoptado, e recomenda o uso da camisinha.
Este trabalho é uma apresentação em Power Point, mas tivemos de colocar só texro, porque não conseguimos colocar as imgens, pois faziam parte do fundo. Apesar de não estar todo, o conteúdo original está aqui. Espero que gostem!!!
Gravidez

Gravidez é o período de crescimento e desenvolvimento do embrião dentro da mulher. Começa quando o espermatozóide do homem fecunda o óvulo e este se implanta na parede do útero e termina no momento do nascimento. Uma gravidez normal dura cerca de 39 semanas, ou 280 dias, contando a partir do início do último período menstrual. Às vezes, as mulheres dão à luz antes da data esperada, o que resulta numa criança prematura.
Com um mês de idade, o embrião tem pouco mais de meio centímetro de comprimento e está envolto por uma bolsa cheio de líquido, a bolsa amniótica, que o protege contra dissecação e eventuais choques mecânicos.

Parto

Parto é o processo mediante o qual a criança é expulsa do útero através da vagina, no nono mês da gravidez. Nessa época, o feto mede cerca de 50 cm de comprimento e pesa em média 3 e 3,5 kg. Inicia-se com contracções irregulares do útero a cada 20 ou 30 minutos, com frequência e intensidade que aumentam com o avanço do processo. No momento do parto, o colo do útero se dilata e a musculatura uterina passa a se contrair ritmicamente. A bolsa amniótica se rompe e o líquido extravasa pela vagina. O feto com a cabeça voltada para baixo, é empurrado para fora do útero pelas fortes contracções da musculatura uterina. A vagina se dilata, permitindo a passagem do bebe.A placenta se desprende da parede uterina e também é expulsa pela vagina, juntamente com o sangue proveniente do rompimento dos vasos sanguíneos maternos. Nesse momento, o cordão umbilical, que liga o feto à placenta, deve ser cortado. A duração normal de um parto é de 13 a 14 horas, para a mulher que espera seu primeiro filho, e de 8 a 9 horas, para a mulher que já tenha dado à luz. O desprendimento da placenta induz a respiração do recém-nascido. O gás carbónico reduzido pelas células do bebe se acumula em seu sangue, uma vez que não pode mais ser eliminado para o sangue da mãe, através da placenta. Em poucos segundos, a concentração de gás carbónico na circulação do bebe eleva-se a ponto de estimular os centros cerebrais que controlam a respiração. Esses centros induzem o sistema respiratório do recém-nascido a funcionar.


Gravidez na adolescência


A adolescência implica um período de mudanças físicas e emocionais que é considerado, por vários autores, um momento de crise. Não podemos descrever a adolescência como uma simples adaptação às transformações corporais, mas sim como um importante período no ciclo de vida que corresponde a diferentes tomadas de posição sentidas ao nível social, familiar e também sexual.
A puberdade, marca o início da vida reprodutiva de rapazes e raparigas, sendo caracterizada por mudanças fisiológicas e psicológicas. Uma gravidez na adolescência provoca alterações na transformação que já vem ocorrendo de forma natural, ou seja, implica um duplo esforço de adaptação interna fisiológica e uma dupla movimentação de duas realidades que convergem num único momento: estar grávida e ser adolescente.


Porque é que é tão difícil ser adolescente e estar grávida?


Quando se trata de uma adolescente, às mudanças emocionais e físicas são acrescidas questões de ordem psicossocial e ainda de falta de apoio, as quais podem tornar a gravidez numa experiência traumática, num problema emocional e de saúde e promotor de exclusão social.Numa mulher adulta, quando a gravidez é planeada, ocorre uma crise maternal (transição) que implica mudanças significativas ao nível emocional e físico. Contudo, o facto de ter sido desejada a vinda de um novo ser, abre à mulher uma nova perspectiva da sua vida que é a sua dimensão de mãe.


Qual a forma de tornar toda esta situação mais fácil?

Se a família e as pessoas mais próximas da adolescente que engravida, forem capazes de acolher o novo facto com compreensão, harmonia e respeito, a gravidez tem maior possibilidade de ser levada a termo sem grandes transtornos e até de uma forma gratificante. A jovem deverá ser apoiada na tomada de decisões de um modo coerente, consciente e realista. O bem estar afectivo é muito importante para a jovem grávida e para o seu bebé, e uma vez que a gravidez se faz a dois também o jovem pai deve ser ouvido na tomada de decisão.
É importante também criar condições para a expressão de sentimentos em relação a si própria e à sua gravidez.
A adolescente tem necessidade de exprimir e partilhar sentimentos sem se sentir julgada, ser entendida pelos outros e sobretudo ter uma base de conhecimentos que lhe permita viver a maternidade e aceitar as mudanças corporais que são inerentes ao seu estado.
Para além disso, deverá ser conduzida à compreensão da gravidez inserida num programa de cuidados pré
natais adequados.
A gravidez na adolescência é, portanto, um problema que deve ser levado muito a sério e que não deve ser subestimado nem por adolescentes, nem por educadores e professores. O rapaz e a rapariga devem ser estimulados a pensar e a viver a sexualidade, não só como uma maneira de sentir prazer com as suas novas capacidades reprodutivas e sexuais, mas também acompanhadas de um conjunto de responsabilidades perante si e perante a sociedade em geral.
É possível continuar a sair com o grupo de amigos e a namorar, mas de forma diferente. A gravidez não torna os adolescentes adultos de uma hora para a outra e deve ser evitada e planeada.
Fim
E não te esqueças, usa preservativo!!!

Doenças Sexualmente Transmísiveis

Introdução
Escolhemos este trabalho porque quisemos mostrar a dura realidade do que é as DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMÍSIVEIS.


DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
Doença sexualmente transmissível (ou DST) é a designação pela qual é conhecida uma categoria de patologias antigamente conhecidas como doenças venéreas. São doenças infecciosas que se transmitem essencialmente pelo contacto sexual. O uso de preservativo (camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e travar a sua disseminação.



SIDA
A SIDA é provocada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), que penetra no organismo por contacto com uma pessoa infectada. A transmissão pode acontecer de três formas: relações sexuais; contacto com sangue infectado; de mãe para filho, durante a gravidez ou o parto e pela amamentação.
O VIH é um vírus bastante poderoso que, ao entrar no organismo, dirige-se ao sistema sanguíneo, onde começa de imediato a replicar-se, atacando o sistema imunológico, destruindo as células defensoras do organismo e deixando a pessoa infectada (seropositiva), mais debilitada e sensível a outras doenças, as chamadas infecções oportunistas que são provocadas por micróbios e que não afectam as pessoas cujo sistema imunológico funciona convenientemente. Também podem surgir alguns tipos de tumores (cancros).


sida
Entre essas doenças, encontram-se a tuberculose; a pneumonia por Pneumocystis carinii; a candidose, que pode causar infecções na garganta e na vagina; o citomegalovirus um vírus que afecta os olhos e os intestinos; a toxoplasmose que pode causar lesões graves no cérebro; a criptosporidiose, uma doença intestinal; o sarcoma de Kaposi, uma forma de cancro que provoca o aparecimento de pequenos tumores na pele em várias zonas do corpo e pode, também, afectar o sistema gastrointestinal e os pulmões.
A SIDA provoca ainda perturbações como perda de peso, tumores no cérebro e outros problemas de saúde que, sem tratamento, podem levar à morte. Esta síndrome manifesta-se e evolui de modo diferente de pessoa para pessoa.
Ainda não se encontrou uma cura para esta grave doença.


SÍFILIS
O que é a sífilis?A sífilis é uma doença sexualmente transmissível, causada por um agente infeccioso chamado treponema pallidum.Como é que se apanha sífilis? "A forma mais frequente de contrair a sífilis é através do contacto sexual com um parceiro infectado com o treponema pallidum. Qualquer forma de contacto sexual (oral, vaginal ou anal) pode transmitir a doença, pois o treponema pode atravessar as mucosas mesmo quando estão intactas. O treponema é também capaz de atravessar a pele que tem lesões, sendo esta outra forma de adquirir sífilis.Embora o treponema possa estar presente no sangue, actualmente as transfusões de sangue não representam um risco para contrair sífilis, porque os dadores de sangue são sempre testados para esta doença, e ainda porque o treponema pallidum não sobrevive aos métodos de preparação e armazenagem do sangue.A mulher grávida que sofre de sífilis pode transmitir a doença ao feto por via transplacentária (através da placenta), causando um quadro clínico que se chama sífilis congénita."



SÍFILIS
Ao fim de quanto tempo após o contágio se manifesta a sífilis?O tempo que decorre entre o contágio e as primeiras manifestações da doença (período de incubação) é habitualmente de duas a quatro semanas mas pode atingir noventa dias.Quais são as manifestações da sífilis?"A sífilis não tratada é uma doença crónica que evolui por períodos sintomáticos alternando com intervalos longos sem sintomas. Podemos dividir a evolução da sífilis em quatro períodos distintos, a sífilis primária, a sífilis secundária, a sífilis latente e a sífilis terciária ou tardia.
A também sífilis primaria e secundária.


Sífilis Primária ou Cancro Duro
O cancro duro classicamente caracteriza-se pela presença de lesão rosada ou ulcerada, geralmente única, pouco dolorosa, com base endurecida, fundo liso, brilhante e secreção serosa escassa. A lesão aparece entre 10 e 90 dias (média de 21) após o contacto infectante. É acompanhada de adenopatia regional não supurativa, móvel, indolor e múltipla. No homem aparece com maior frequência na glande e sulco bálano-prepucial. Na mulher é mais comum nos pequenos lábios, paredes vaginais e colo uterino. São raras, porém factíveis, as lesões de inoculação em outras áreas que não a genital.

Sífilis Secundária
Geralmente caracteriza-se pela presença de lesões cutâneo-mucosas, não ulceradas, após 6 a 8 semanas do aparecimento da sífilis primária (cancro duro). As lesões são geralmente acompanhadas de micropoliadenopatia generalizada e ocasionalmente há artralgias, febrícula, cefaléia e adinamia. Mais raramente observa-se comprometimento hepático e ocular, como uveíte.
Sífilis Latente
É a forma da sífilis adquirida na qual não se observam sinais e sintomas clínicos e, portanto, tem o seu diagnóstico feito por meio de testes sorológicos. Sua duração é variável, e seu curso poderá ser interrompido com sinais e sintomas da forma secundaria ou terciária.
Sífilis terciária
Os sinais e sintomas geralmente ocorrem após 3 a 12 anos de infecção, principalmente por lesões cutâneo-mucosas (tubérculos ou gomas), neurológicas ("tabes dorsalis", demência), cardiovasculares (aneurisma aórtico) e articulares (artropatia de Charcot).
Ainda não se encontrou nenhuma cura para esta grave doença.


Candídiase
Afecção aguda, subaguda ou crónica, causada por leveduras pertencentes ao género Candida (sobretudo Candida albicans). A infecção atinge sobretudo a pele e as mucosas e manifesta-se por uma erupção de pequenas pústulas esbranquiçadas. V. sapinhos. Nos indivíduos enfraquecidos ou imunodeprimidos (ex.: no caso da SIDA), a infecção pode estender-se aos órgãos profundos (candidíase broncopulmonar ou urinária) e tornar-se septicémica, provocando complicações neurológicas e cardíacas. Sin. de monilíase (desaconselhado).
Candidíase vaginal:
- O que é a candidíase vaginal? A candidíase é uma infecção causada por microrganismos, nomeadamente por um fungo chamado Cândida.
Candidíase
Como se adquire a infecção? As "Cândidas", como muitos outros microrganismos que habitam no nosso organismo, estão em equilíbrio com as nossas defesas. Quando este equilíbrio se perde por múltiplas causas (gravidez, diabetes ou determinados fármacos como os corticóides e contraceptivos orais) a Cândida converte-se num inimigo potencial. A candidíase vaginal não é uma doença de transmissão sexual.
Que sintomas pode causar a candidíase vaginal?A candidíase vaginal pode levar a um ardor vulvar e vaginal, intenso, associado a um corrimento esbranquiçado com aspecto de leite coalhado. Em algumas situações estes sintomas podem estar associados a sensação de queimadura ao urinar e dor durante as relações sexuais (dispareunia).
Como se diagnostica a candidíase vaginal? De acordo com os sintomas anteriormente descritos pode proceder-se a um diagnóstico presumível. É natural que o médico faça uma observação ginecológica para confirmar as queixas da paciente, e em caso de dúvida o clínico pode confirmar o diagnóstico mediante a recolha de uma amostra de corrimento vaginal para observação microscópica e eventual cultura da amostra
CANDIDÍASE
Como se trata esta infecção? O tratamento da candidíase vaginal é feito habitualmente com medicamentos antimicóticos (fármaco que destrói os fungos ou impede o seu crescimento) por via vaginal em forma de comprimidos ou creme vaginal. Em caso de resistência ao tratamento tópico, poderá estar recomendado a utilização de fármacos antimicóticos por via oral, bem como o tratamento do companheiro.
Quais são as sequelas que a candidíase vaginal pode trazer?Não se trata de uma infecção que cause perigo de vida nem dá habitualmente origem a complicações. Existe o risco de recaídas e em muitas situações a infecção pode mesmo tornar-se crónica. Para evitar a cronicidade das queixas devem adoptar-se algumas medidas preventivas que ajudam à prevenção da recidiva.
Quais as medidas que ajudam a prevenir a candidíase vaginal?Não faça duches vaginais. Estes alteram a flora bacteriana normal da vagina e favorecem as infecções. Para lavar a zona genital utilize um sabão com um pH similar ao da pele (5.5) e seqe muito bem a zona. Em caso de candidíase vaginal utilize de cada vez uma toalha limpa e não a partilhe com ninguém.
As roupas apertadas aumentam o calor local e maceração pelo que não está recomendado o seu uso. Os tecidos sintéticos, como por exemplo o nylon, foram ocasionalmente relacionados com uma maior incidência de candidíase vaginal pelo que se aconselha a usar roupa interior de algodão.
Candidíase
Ter relações sexuais representa algum risco?A candidíase vaginal não é uma doença de transmissão sexual pelo que em princípio não representa nenhum risco. De qualquer forma a alta frequência de actividade sexual está relacionada com o aparecimento de candidíase vaginal. Em caso de infecção é melhor não ter relações sexuais e em caso de múltiplas recaídas é aconselhável o uso de preservativo.
Em que casos existe maior risco de se contrair a infecção?Em algumas situações existe um maior risco de contrair candidíase vaginal, nomeadamente nas mulheres durante a gravidez devido a alterações hormonais; na diabetes descompensada, uma vez que os níveis de açúcar aumentados favorecem o desenvolvimento dos fungos; e nos casos em que existe alteração do sistema imunitário, nomeadamente na infecção por HIV, o risco está aumentado devido a uma diminuição das defesas do organismo. A utilização de piscinas com excesso de cloro provocam alteração da flora vaginal favorecendo o desenvolvimento de "Cândidas".




IMAGENS DA SIDA
Imagens que chocam
















Imagens da sífilis
Imagens que chocam












Candidíase
Imagens que chocam




CONCLUSÃO
Depois de lerem e verem este trabalho pensem 2 vezes antes de fazerem SEXO SEM PRESERVATIVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
RICARDO HEINEKEN Nº17
FÁBIO ISIDORO Nº6
FIM DO TRABALHO
BIBLIOGRAFIA
GOOGLE/DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

2ºPeríodo


Estamos de volta!!!!!!!!
Neste período vamos iniciar com trabalhos ligados à Educação para a Saúde. Estes trabalhos vão ser realizados em conjunto com a disciplina de Ciências Naturais.
Esperamos que os trabalhos sejam do vosso agrado e que sejam úteis.

A turma do 8ºC.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Um pouco de história







Um pouco da história
Os jogos de bola sempre acompanharam a vida dos homens .
Já no Japão e na China , há mais de 4000 anos , havia jogos em que se defrontava grupos de homens à volta de uma bola de couro .
Já mais próximos de nós , os Gregos e , depois , os Romanos praticavam jogos de bola que autorizavam tanto o uso dos pés como das mãos , em partidas encarniçadas semelhantes às do "Jogo do mata" que , hoje ,conheces .




As categorias
8,9,10 anos escolas
11,12 anos infantis
13,14 anos iniciados
15,16 anos juvenis
17,18,19 anos juniores
Dai para a frente é-se sénior




Os vários tipos de futebol
O futebol de 5
Podes practicar o futebol a partir dos 6 anos pertences à categoria de escolas,categoria que tem um nome bem significativa.
A bola é a numero 3 e mais pequena e mais leve que uma bola para adultos.
Permanece sempre fora do campo de jogo.
A duração da partida é 2 partes de 15 minutos ou 2 partes de 10 minutos no caso de dois jogos consecutivos.
Não existe fora-de-jogo
As faltas são as mesmas do futebol 11 mas todos os livres são directos.
Os lançamentos da linha lateral são efectuados com o pé.




O futebol 11
Eis um campo a sério!Senta-se tao pequeno e as balizas parecem estar tao longe. Verificas que são maiores e ficas um pouco mais contente.
1 lei:a bola.
É a numero 4, a mesma que para os infantis.
3 lei: o numero de jogadores
7 lei: a duraçao da partida